RASCUNHO – CAC no Portal do ICB-1

LOGO

 

COMISSÃO DE APOIO À COMUNIDADE – CAC/ICB

e-mail: cac_icb@icb.usp.br

Criação e objetivos da CAC

A CAC foi criada por Portaria Interna (LINK)  do Diretor do ICB em 1/11/2017.

Conforme esta Portaria, seus objetivos principais são:

Aprimorar a integração, motivação e formação de seus alunos de graduação e de pós-graduação, docentes e funcionários;

Oferecer a todos os membros da comunidade atenção, escuta e senso de pertencimento, para o amplo desenvolvimento de seus potenciais individuais,

Funcionamento da CAC

 

 

 

Atividades realizadas até o momento

 

 

 

Alguns contatos úteis

CVV – Centro de Valorização da Vida. Telefone 141.

CAPS – Centros de Atenção Psicossocial. Mantidos pela Prefeitura de São Paulo. LINK: Clique aqui para obter detalhes da sua atuação e localização e telefones dos Centros [ http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/atencao_basica/index.php?p=204204]

SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.  Telefone 192

Acolhe USP –  Programa de acolhimento relacionado ao uso de álcool e outras drogas. Tel. : 3091-8345  E-mail: acolheusp@usp.br

 

A  CAC pretende atuar por meio de três vertentes principais:

1 – Estimular em todos da comunidade do ICB a empatia, a comunicação e a sensibilidade de ouvir os colegas, alunos, superiores e subordinados.

2 – Preocupar-se com pessoas fragilizadas cujo desempenho pessoal e profissional possa estar prejudicado.
Nestas situações pretende oferecer atendimento inicial para avaliação pela Dra. Margareth Labate, Psicóloga, que na qualidade de Voluntária da USP se ofereceu gentilmente para colaborar com o ICB. Conforme o resultado desta avaliação, podem ser oferecidas algumas sessões terapêuticas. Havendo melhora do estado espera-se que a pessoa se integre com sucesso em sua vida pessoal e profissional. Caso contrário, e se necessário, haverá indicação de uma terapia mais extensa e aprofundada a ser realizada por Psicólogos e/ou Psiquiatras.

3 – Atuar em situações agudas de fragilização pessoal que possam resultar em atos contra si e contra outras pessoas. São situações de emergência e que deverão ser imediatamente atendidas, se necessário por encaminhamento a órgãos de saúde mental ou hospitais.

Atenção com o seu próximo- uma conversa pode ajudar muito

A atenção voltada para colegas e colaboradores pode ser muito importante para ajudar quem está fragilizado. Uma simples conversa pode resolver muitos dilemas e clarear pensamentos negativos. Da mesma forma uma conversa pode mostrar a pessoas fragilizadas caminhos para resolução de problemas que  podem parecer demasiadamente complexos para estas pessoas.

“Tenho notado que você está diferente nos últimos tempos.”

“Estou preocupada por que você me parece  (diferente, distante, atrapalhada)”

“Fiquei preocupado quando você mencionou que … ”

“Você está se sentindo bem? Está conseguindo (trabalhar, estudar, escrever) direito?”

Como saber se você necessita do auxílio?

Seu estado de humor (???)  está afetando sua capacidade de aprender, trabalhar, exercer atividades simples, tomar decisões, concentrar-se? Como está sua autoestima?

Se você se sente doente você procura atendimento especializado? Suas alterações de estado de humor (???) também devem ser consideradas uma doença –  em grande parte resultam de desequilíbrio de  moléculas no cérebro. Procure um(a) Psicólogo(a) ou Médico(a) para cuidar desta doença.

Alguns sinais de depressão, ansiedade e obsessão

Falta de ânimo, desinteresse em coisas novas, visão negativa do mundo, desesperança, sensação de desamparo.

Remoer continuamente pensamentos negativos.

Alterações de humor.

Sentimentos de culpa.

Dificuldade de concentração e de tomar decisões.

Sentimento de cansaço e falta de “energia”.

Alterações no padrão de sono.

Passos para lidar com alguém que acha que esteja fragilizado

1 – Reconhecer o estado da pessoa.

2 – Decidir se irá tomar uma atitude ou se não se considera habilitado para tal e prefere transferir para outra pessoa ou para um profissional habilitado.

3 – Agir.

A pior atitude é não fazer nada ou então contemporizar – “Isto vai passar”, “Muita gente está nessa situação”, “Descanse um tempo para passar o nervoso”, etc.

Como conversar com alguém fragilizado.

1 – Diga que está preocupado com a pessoa.

2 – Ouça bastante, ofereça apoio e compreensão.

3 – Não julgue a pessoa e não discuta com ela.

Comportamento suicida e prevenção de suicídio

Atenção para as falas que podem denunciar um comportamento suicida:

“Isso não tem solução”

”Ando pensando besteira”

”Não mereço estar neste mundo”

”Eu não aguento mais”

”Acho que minha família ficaria melhor se eu não estivesse aqui”

”As coisas não vão dar certo. Não vejo saída”

”Preferia estar morto”

Para quem pretende ajudar um amigo ou colega

 Clique aqui – alguns passos para sair de uma crise – estratégias que funcionam em uma primeira intervenção
Saiba mais sobre Depressão e Comportamento Suicida

Comunicação com a CAC

A comunicação com a CAC poderá ser feita pelo seu endereço de e-mail institucional ou diretamente com um de seus membros.

Endereço da CAC:    cac_icb@usp.br

Membros da CAC:

Ana Isabel Ferraz anaifb@usp.br
Andrea Balan Fernandes abalan@usp.br
Carlos Pelleschi Taborda taborda@usp.br
Dânia Emi Hamassaki dania@usp.br
Fernanda Ortis fernandaortis@hotmail.com
Leila Gomes de Morais Affini laffini@icb.usp.br
Luciana M. Dzik – Representante Pós-graduandos lu.dzik@usp.br
Margareth Labate – Psicóloga psilabate@gmail.com
Maria do Socorro B. R. Cirino mariasoc@usp.br
Maria Inês Nogueira minog@usp.br
Nancy Amaral Rebouças nancy@icb.usp.br
Patrícia Castelucci pcastel@usp.br
Paulo A Abrahamsohn – Coordenador pauloabrahamsohn@gmail.com
Silvana Chiavegatto – Coordenadora schiaveg@usp.br
Telma Alves Monezi telmaamo@usp.br
Wothan Tavares de Lima wtavares@usp.br
 Fontes consultadas para o texto: